segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Eventos

De 15.11.12 a 18.11.12
808º Cursillo Damas de La Diocesis de Santo Domingo - Republica Dominicana
Santo Domingo - Republica Dominicana - Alavanca: Santo Domingo


De 16.11.12 a 18.11.12
3º Cursilho mixto de atualização(Cursilhâo) do GED de Barra do Garças - MT
CESPA - Centro de evangelização São Paulo Apóstolo - Alavanca: Maria Divina


De 18.11.12 a 18.11.12
Ultreya GED Campanha-MG
Varginha-MG - Alavanca: Márcio Mendes Pauletti


De 18.11.12 a 18.11.12
3° ENCONTRÃO DO MCC
Lageado - Rio Negro PR - Alavanca: GED -- São José dos Pinhais


De 22.11.12 a 25.11.12
135º Cursilho Feminino do GED Cachoeiro do Itapemirim - ES
Cachoeiro de Itapemirim - ES - Alavanca: Laerte Moulin

Mensagem


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Eventos Diversos




De 11/11/12 a 11/11/12
Assembléia Arquidiocesana do GED Goiânia - GO
Matriz de Campinas - Goiânia-GO

De 18/11/12 a 18/11/12
Ultreya GED Campanha-MG
Varginha-MG

De 18/11/12 a 18/11/12
3° ENCONTRÃO DO MCC
Lageado - Rio Negro PR

De 25/11/12 a 25/11/12
Ultreya Festiva do GED Goiânia - GO
Trindade-GO

De 16/12/12 a 16/12/12
Utréia Natalina - MCC Nova Iguaçu
Nova Iguaçu

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Construa o seu lar através do amor.

Frutos de Maria
O homem que constrói sua casa sobre a areia está fadado a vê-la desmoronar com a chegada da ventania e da tempestade: “Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína” (Mateus 7,24-27).

"Sou fruto do amor sofrido de meu pai e de minha mãe", afirma monsenhor Jonas

Temos assistido ao triste espetáculo do desmoronamento das nossas casas. São lares confiados a nós por Deus, mas construídos sobre a areia. São famílias construídas na sabedoria do mundo.

Infelizmente, nossos lares deixaram de ser construídos na rocha: não são mais construídos em Deus.

Posso testemunhar a respeito da minha família: a vida dos meus pais foi, desde o começo, muito difícil. Enfrentaram grandes problemas, dificuldades e muita pobreza. Mamãe era filha do terceiro homem mais rico e elegante da cidade, cujo o carro era o único da região. Ela o auxiliava nos negócios. Quando papai chegou, era pedreiro, de condição humilde, simples e, devido a isso também, os dois enfrentaram problemas para se casar.

Daí papai para frente, mamãe passou a viver como se fosse deserdada, pois tinha se casado, contra a vontade do meu avô, com um pedreiro educado de maneira diferente à dela, com modos e comportamentos desiguais. Acostumada com o melhor, minha mãe casou-se e foi morar na roça. Depois, mudaram-se para São Paulo e passaram a morar num porão! Imagine tudo o que aconteceu: decepção, pobreza, dureza do dia a dia...

Meu pai era um homem justo. Desde os sete anos, já trabalhava com seus irmãos no trabalho duro de mata. Carregava naquelas carroças, rústicas e perigosas, grandes toras de madeira. Eram – minha mãe e ele – visivelmente opostos, tendo, então, motivos suficientes para não se entenderem; havia o que se poderia chamar de "incompatibilidade de gênios", mas, graças a Deus, os dois sofreram muito, um com o outro e um pelo outro.

Minha mãe poderia largar tudo e voltar para casa do meu avô. Ela sempre cuidou dos negócios do pai; com certeza, meu avô precisaria dela novamente. Caso minha mãe voltasse, meu avô a receberia de braços abertos. Mas, graças a Deus, não desistiram. Lutaram, sofreram, rezaram, pediram, insistiram, temaram... e construíram um lar.

Que família bonita eles formaram! Eu não tenho outra explicação: sou fruto da imolação de meus pais. Sou um fruto para testemunhar ao mundo que vale a pena perseverar, suportar, amar. O Senhor nos diz, em sua Palavra, que para haver salvação e ressurreição é preciso haver sangue e muitas lágrimas. Sou fruto do amor sofrido de meu pai e de minha mãe. Tenho um irmão e quatro irmãs que também são frutos desse lar construído na dor dos meus pais. Tenho a certeza de que meus pais construíram a "arca" e nos deixaram a responsabilidade de continuar a construção.

Todos nós somos frutos de lares assim: de pai e de mãe que sofreram para construir. Quem constrói sabe que não existe construção fácil: é suado, dolorido, demorado, porém, bem alicerçado.

O Senhor nos chama a deixar a mentalidade que o mundo e a televisão nos têm transmitido, para sermos os reconstrutores desta arca de salvação que é a família, em base sólidas. Não mais construídas na areia, no egoísmo, mas reconstruídas no amor, em Deus. Isso significa doação, entrega, dor...

Não existe ato de amor mais lindo do que gerar, mesmo quando isso nos faz sofrer! O amor é doloroso como o parto!

O Senhor nos convida para sermos os construtores da nossa casa. E Ele próprio nos mostra os meios: a Palavra de Deus, a oração, os mandamentos divinos, o sofrimento acolhido com amor. Uma casa construída sobre a rocha, que é Deus.

Nossa geração aplaude os que vivem na infidelidade, no adultério, e nos induz a fazer o mesmo. Nossas famílias são violentamente agredidas.

Deus quer salvar você e toda a sua família. Você é o "Noé" que Deus escolheu para reconstruir a "arca", que é a sua casa.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

sábado, 3 de novembro de 2012

Carta mensal do Pe. Beraldo

Carta do mês de novembro de 2012
CARTA MCC BRASIL – NOV – 20122 – 159ª.


CARTA MCC BRASIL – NOV – 20122 – 159ª.
“Declarareis  santo o quinquagésimo ano
e proclamareis a libertação de todos os habitantes do país.
 Será para vós um jubileu: cada um de vós poderá retornar á sua propriedade,
e voltar à sua família”  (Lv 25,10).

Muito amados irmãos e irmãs, leitores e leitoras habituais ou não, destas Cartas que desejo sempre missionarias,

Depois de três anos de preparação, sempre girando em torno dos quatro eixos, a saber: experiência pessoal da fé, vivência comunitária, formação bíblico-teológica e compromisso missionário e seguindo o itinerário proposto para ação evangelizadora da Igreja no Brasil, isto é, pelo método VER-JULGAR-AGIR, chegamos ao ano do CELEBRAR. Aliás, a celebração que durou todo o ano e que, agora, se aproxima do seu ponto alto no Congresso Nacional do MCC, tem sua referência histórica na Semana Santa passada, pois foi na Semana Santa de 1962 que os Cursilhos começaram a acontecer no Brasil, aqui implantados por alguns sacerdotes e leigos da Missão Católica Espanhola. Ainda que importantes celebrações eclesiais aconteçam neste mês, será o Jubileu do MCC no Brasil o foco para estas nossas reflexões.

A pergunta que não pode calar, assim como sua resposta, depois das celebrações jubilares, é a mesma que o Padre Sebastián Gayá-Riera, assomado à janela do Palácio Episcopal em Maiorca, bradou naquela manhã de agosto de 1948, na volta dos 700 jovens peregrinos a Santiago de Compostela: “E AGORA”? Continuaram, então, com redobrado entusiasmo, aqueles ”Cursillos” da Juventude da Ação Católica Espanhola, agora renovados e alicerçados em novas estruturas teológicas e pastorais, iniciando-se o primeiro Cursilho de Cristandade em janeiro do ano seguinte (1949).

Com o mesmo entusiasmo, alegria e esperança daqueles inícios, tentemos também nós, uma resposta pós-jubileu. Uma resposta inspirada na sempre atual Palavra de Deus e nas orientações pastorais da Igreja no Brasil, que nos ajude a delinear para o MCC do Brasil um futuro coerente com seu carisma que é levar a pessoa ao encontro com Jesus Cristo e, assim, nela suscitar e fortalecer o compromisso de introduzir valores e critérios do Evangelho (evangelizar) nos ambientes de suas realidades familiares, profissionais, sociais, etc.

1. “Declarareis santo o quinquagésimo ano”. É, então, no espírito do quinquagésimo ano do povo eleito que o “declaramos santo”, o ano do nosso Jubileu. Ano que deve continuar na busca da santidade num tempo de santidade para um Movimento santo, isto é, um Movimento que tem sempre presente o carisma que o Espírito Santo um dia suscitou na Igreja. Um Movimento santo que se concretiza em cada um dos seus participantes. O primeiro eixo do nosso Tríduo preparatório para o Jubileu foi o da experiência pessoal da fé ou, seja, uma experiência de prática da santidade.  Quer dizer que, mais do que em outros tempos, é tempo de viver uma autentica espiritualidade encarnada na história pessoal e comunitária sempre a “partir de Jesus Cristo”[1]“Santificai-vos e sede santos, porque eu sou santo” (Lv 11,44). Um dia, escrevendo aos Efésios e, hoje, aos cursilhistas, o nosso Patrono São Paulo, refere-se à nossa escolha pelo Pai, através do Espírito Santo para a santidade: “Nele (em Cristo), Deus nos escolher, antes da fundação do mundo para sermos santos e íntegros diante dele, no amor”(Ef 1,4)..

2. “Proclamareis a libertação para todos os habitantes do país”. Do mesmo modo, como nos idos dos tempos bíblicos, também, no MCC, de agora por diante, haveremos de “proclamar a libertação” de todas as amarras e cadeias. É urgente libertarmos o MCC e os cursilhistas de uma dimensão meramente individual e oportunista. Libertação para “todos os habitantes”, isto é, para todos os responsáveis e cursilhistas. Libertação das manchas ou nódoas que o possam poluir quando nele se introduzem “corpos estranhos”, sobretudo no conteúdo de suas mensagens que o desviam do seu carisma; libertação de outros métodos de evangelização – que, se são todos bons, não o são para o MCC) - pois o do MCC se caracteriza por ser o método querigmático-vivencial; libertação de algumas inúteis “criatividades” tanto de responsáveis quanto, muitas vezes da própria hierarquia, sobretudo de alguns sacerdotes, ao acrescentar inúmeros desvios em sua missão evangelizadora dos ambientes como se o MCC fosse “pau para toda obra” no contexto pastoral, etc..

3. “Será para vós um Jubileu”. O Jubileu é uma densa celebração, uma festa significativa que comemora o passado de algo de que estamos participando e vivendo no presente. Entretanto – e, de novo é urgente –, é necessário mirar o futuro. Mirar o futuro significa para toda a Igreja e, em particular para os movimentos e outras instituições eclesiais, ampliar os horizontes. É urgente, portanto, que MCC e todos os cursilhistas ampliem os horizontes de sua missão. O DAp chama a toda a igreja para uma “conversão pastoral e renovação missionária das comunidades”: “Esta firme decisão missionária deve impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais de dioceses, paróquias, comunidades religiosas, movimentos e de qualquer instituição da Igreja. Nenhuma comunidade deve se isentar de entrar decididamente, com todas suas forças, nos processos constantes de renovação missionária e de abandonar as ultrapassadas estruturas que já não favoreçam a transmissão da fé” (DAp 365). Portanto, também o MCC e os cursilhistas somos todos convocados para o compromisso com esta renovação missionária: de discípulos apenas, façamo-nos, também, autênticos missionários da Palavra pelo testemunho de nossas vidas, marcados por uma mentalidade missionária, presentes em “pequenas comunidades de fé” em nossos ambientes, sobretudo nos ambientes extra-eclesiais[2].

4. “Cada um de vós poderá retornar à propriedade e voltar para sua família”. Não há por que duvidar de que, no contexto do Jubileu de que estamos tratando, torna-se oportuno lembrar que 'retornar à propriedade e voltar para sua família' significa para o MCC e para os cursilhistas nada mais do que a volta ao “primeiro amor[3], isto é, ao seu carisma original: Seria conveniente incentivar a alguns movimentos e associações que mostram hoje certo cansaço ou fraqueza e convida-los a renovar seu carisma original, que não deixa de enriquecer a diversidade com que o Espírito se manifesta e atua no povo cristão[4] 
Concluindo: que o estímulo brotado das celebrações jubilares da presença do MCC possa acompanhar-nos daqui por diante num clima de perseverança e de esperança, de fé e de alegria, tendo como nosso modelo Maria, a Mãe, discípula missionária, “Mãe do Verbo, Mãe da Fé e Mãe da Alegria”![5] 
Forte e carinhoso abraço fraterno do irmão e amigo no Senhor Jesus Cristo,


Pe.José Gilberto Beraldo
II Assessor Eclesiástico Nacional
E-mail: jberaldo79@gmail.com

CURSILHOS

De 01.11.12 a 04.11.12
104º Cursilho Feminino do GED Cuaibá - MT
Cuiabá - MT - Alavanca: GED Cuiabá 


De 02.11.12 a 04.11.12
10 Cursilho de Mulheres - S. J. Pinhais
Casa de Formação São José - Rio Negro- PR - Alavanca: Ged São José dos Pinhais 


De 08.11.12 a 11.11.12
145º Cursilho Masculino do GED Cachoeiro do Itapemirim - ES
Cachoeiro de Itapemirim - ES - Alavanca: Laerte Moulin 


De 08.11.12 a 11.11.12
152 Cursillo de La Diocésis de Las Palmas de Gran Canarias - España
Gran Canaria - Alavanca: Guillermo Betes 


De 08.11.12 a 11.11.12
99º Cursilho Feminino do GED Mariana - MG
Casa de Pastoral em Congonhas - MG - Alavanca: Cláudio Matos